Apêndice do livro Síndrome da Alienação Parental e a Tirania do Guardião

O primeiro artigo do livro "Síndrome da Alienação Parental e a Tirania do Guardião", “Soluções judiciais concretas contra a perniciosa prática da Alienação Parental” escrito pela Professora e Promotora de Justiça do Rio de Janeiro Dra. Rosana Barbosa Cipriano Simão, também uma das autoras do livro "Guarda Compartilhada - Aspectos Psicológicos e Jurídicos", cita um caso concreto onde a Justiça do Rio de Janeiro percebe que a criança estava propensa ao desenvolvimento da Síndrome da Alienação Parental devido à dinâmica familiar em que vivia. A genitora fez uma falsa acusação “o autor ter confessado à ré que ao colocar a criança no colo sentia-se excitado”.

Esta é a mais perniciosa de todas as formas que a Síndrome da Alienação Parental pode se apresentar e a mais grave e difícil acusação que um genitor pode receber. A Falsa acusação de abuso sexual é muito difícil de ser desvendada e pode demorar tanto tempo que mesmo se comprovando que a mesma é falsa, a relação do genitor com o filho já está demasiadamente comprometida pela perda dos vínculos, principalmente da confiança.

O que precisa ficar claro é que, casos como este, onde falsas acusações são barradas no nascedouro, são exceções pouco encontradas, pois exige um conhecimento prévio da SAP – Síndrome da Alienação Parental pelos operadores do direito e uma completa isenção ao tratar o problema.

A SAP é uma faca de dois gumes. Ao mesmo tempo em que fere as vítimas: genitores e crianças, fere os algozes: os operadores do Direito e aplicadores da Justiça, que passam para si próprios atestado de desatualizados.

O mais comum é a existência de certo preconceito contra a figura masculina em significativo número das varas de família de todo o país, tanto que o número de “Crianças Órfãs de Pais Vivos” no Brasil é proporcionalmente o maior do mundo.

Existe um ditado pronunciado nos corredores dos Fóruns brasileiros que diz: “Para um homem ganhar a guarda de um filho precisa matar um leão por dia.” Além de outros, como: “Para um juiz conceder a guarda a um pai, a mãe precisa viver drogada, bêbada, bater na criança até tirar sangue, sair de casa e deixar a criança presa sem alimentação ou solta nas ruas sem cuidados!”.

Analdino Rodrigues Paulino Neto

 

 

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